RESENHA #44: CINQUENTA TONS DE CINZA


Nome: Cinquenta tons de Cinza 
Autora: El James
Páginas: 480 
Editora: Intrínca





Resenha:
Cinquenta tons de cinza narra a história de Anastasia Steele (Dakota Jonhson),uma jovem de 21 anos que cursa literatura inglesa em uma faculdade de Portland,cidade onde ela vive em um apartamento simples com sua amiga,Kate.
Anastasia ou Ana como ela prefere ser chamada,irá entrevistar um CEO de uma grande empresa dos EUA para uma reportagem no lugar de sua amiga,Kate,que adoecera e precisara ficar em casa. Nisso,Ana conhece Christian Grey (Jamie Dornan),o CEO da empresa e eles acabam se atraindo um pelo outro. Só que Christian tem um lado revelado e muito secreto com obscuridades que são reveladas aos poucos no desenrolar da trama. Com as descobertas de alguns,Anastasia acaba se aterrorizando com algumas propostas que Christian sugere aos dois. Ele é um dominador,um fanático por sexo,ou uma designação mais apropriada e mais direta: Sádico. Ele sugere um contrato que ele figure o papel de dominador e ela exerça a submissa. Ana,como é super inexperiente em relação a sexo e erotismo,"cambalea" um pouco,mas acaba se entregando a todo charme de Christian e ela descobre um lado sensual e erótico que nem ela sabia que existia dentro dela e vai saboreando todo sabor do prazer.
O livro é escrito por EL James,uma escritora que mora em Londres e que através de Cinquenta Tons de Cinza,surgiu no "mercado" da leitura.Pelo enredo e desenvolvimento do livro,ele relata todo lado erótico de uma mulher tímida no seu início da fase adulta e que vivia no mundo romântico da literatura.O livro tenta,de alguma forma,relatar que todos tem um lado erótico e que o prazer é um medidor de tudo.A grande crítica do livro é detalhar um lado feminino submisso ao homem:a relação homem-mulher histórica. Percebe-se em vários momentos do livro,o lado dominador-submissa,através das punições,regras,etc.Eu vejo,que foi um modo da escritora,de evidenciar o autoritarismo do homem para podermos desenvolver um papel crítico a tudo isso.
O livro designa um contexto anti-feminista,mas com reviravoltas nas próximas sequências do livro que tornarão-se feministas .
O próprio livro é,mas não exclusivamente,mas de preferências para um público juvenil-adulto(16-30 anos),trazendo ma linguagem formal entre os dois personagens principais,com falas bem elaboradas,que se partindo pra um lado de um contexto social,tem sua certa relevância,e um contexto romântico-erótico que ainda leva um certo tipo de clichê no conteúdo,mas que pode ser descartado todo o clichê,com a inovação de uma empolgante "diversidade" de segredos do sádico,Christian.



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